quarta-feira, maio 15

Figueira tenta volante Fabrício, mas salário pode ser entrave no negócio


Adilson Batista busca um líder para a equipe do Figueirense, de preferência alguém que confie. Um dos nomes citados para o encargo é o de Fabrício, recém-liberado pelo São Paulo. No entanto, o alto salário do volante pode atrapalhar a negociação.
Fabrício chegou ao Corinthians em 2001, na época em que Adilson deixava o clube e em 2006 os dois trabalharam por um longo período, primeiro no Japão pelo Jubilo Iwata e depois no Cruzeiro. Agora buscando um novo clube, Fabrício pode novamente trabalhar com Adilson.
— O Adilson e ele têm uma relação muito bacana, estiveram juntos no Cruzeiro. O Marcos Moura Teixeira (vice de futebol do Figueirense) me procurou um cara muito íntegro, correto. Conversamos hoje (segunda-feira) também, ele sabe da minha posição, tenho um carinho muito grande com ele. Estaria mentindo se falasse que não pode acontecer, mas também mentiria se falasse que irá acontecer — afirma o empresário do jogador, Reinaldo Pitta.
O que poderá atrapalhar a negociação é o salário alto do jogador, que no Tricolor ganhava um salário acima de todos os jogadores do Figueirense. Existe também a concorrência com os clubes da série A do Campeonato Brasileiro. O vice-presidente de futebol do clube alvinegro confirma a conversa com Pitta, mas evita falar o nome de jogadores que estão sendo negociados com o clube.
— Não vou desmentir aqui o Reinaldo Pitta, mas nunca é produtivo falar do que está sendo tratado, não ajuda, cria expectativa na torcida. Qualquer jogador que esteja por aí, nós vamos tentar, desde que a comissão técnica entenda assim. O máximo que podemos levar é um não, mas não vamos deixar de tentar — fala Marcos Moura Teixeira.
Leandro Niehues, coordenador de futebol do Figueirense, deu a entender que pode existir uma negociação com Fabrício afirmando que é importante para a equipe o fato de um jogador e treinador já  terem trabalhados juntos e lembra de outro jogador que também já trabalhou com Adilson antes.
— Quando as coisas dão certo, tem que repetir, é normal essa associação. O João Filipe fez um bom trabalho aqui e jogou com o Adilson no São Paulo, o Fabrício a mesma coisa, trabalhou com o Adilson no Cruzeiro. São atletas que estão disponíveis, e é normal ter essa associação — diz Niehues.

Por:Priscila Lemes

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